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Sindicato fortalece iniciativas para defender empregos na GM

O Sindicato intensificou, nos últimos dias, as iniciativas para defender a manutenção dos empregos dos metalúrgicos da GM. Representantes do Sindicato têm cobrado do poder público medidas que preservem o nível de emprego na montadora.

Na semana passada, a empresa anunciou o fechamento do segundo turno do setor MVA. A medida levou a um remanejamento de trabalhadores para outros turnos e setores e um clima de apreensão na fábrica.

Um PDV (Programa de Demissão Voluntária) também foi aberto pela direção da GM.

Os metalúrgicos reivindicam do governo federal medidas concretas para defender os postos de trabalho. “O governo Dilma precisa elaborar uma medida provisória que garanta a estabilidade no emprego e proíba as montadoras de demitir”, afirmou o presidente do Sindicato, Antônio Ferreira de Barros, o Macapá.

Esse foi um dos pontos da pauta de reivindicações aprovada pelos metalúrgicos da GM, em assembleias realizadas na semana passada.

“O governo federal concedeu uma redução de impostos bilionária às montadoras. Deveria, no mínimo, garantir a estabilidade dos trabalhadores”, acrescentou Macapá.

Na região do ABC paulista, há também uma onda de cortes e ataques. A Mercedes suspendeu o contrato de trabalho (lay-off) de 1.500 trabalhadores. A Scania demitiu 120 e outros 320 metalúrgicos estão ameaçados. Já a fabricante de motores MWM reduziu salários e a jornada.

Ao todo, estima-se que mais de 3 mil demissões tenham ocorrido na região do ABC.


Metalúrgicos aprovam pauta de reivindicações

Na semana passada, o Sindicato realizou várias assembleias com os trabalhadores da GM, que aprovaram uma pauta de reivindicações para ser encaminhada à empresa e ao governo federal:

- Medida efetiva que garanta estabilidade no emprego

- Abertura de negociação com a GM

- Produção de 100% do Classic na planta de São José

- Nacionalização da produção dos veículos trazidos do exterior

- Volta da fábrica de caminhões

- Reintegração dos demitidos, principalmente dos lesionados

- Reabertura do 2º turno do MVA


Demissões injustificadas

A GM não tem nenhum motivo para demitir. A própria empresa reconhece que não há excedente de mão de obra na fábrica.

O ritmo de produção está em alta, inclusive com horas extras aos finais de semana. No mês passado, a GM ocupou o segundo lugar na comercialização de veículo no país.

Se não bastasse tudo isso, ainda tem a história dos incentivos fiscais e a redução do IPI que o governo federal tem dado às montadoras.

Na prática, o que assistimos é que as empresas estão pegando dinheiro público para demitir e atacar os trabalhadores.


Por empregos, Sindicato busca governos

Em defesa dos empregos, o Sindicato não tem medido esforços para buscar apoio contra as demissões na General Motors.

Representantes dos metalúrgicos já estiveram reunidos, há poucos dias, com o ministro do Trabalho, Brizola Neto, para cobrar medidas contra os cortes. A pedido do Sindicato, o ministro Brizola Neto entrou em contato com a GM, que antecipou planos da empresa, como o fechamento do segundo turno do MVA.

Na última semana, o Sindicato enviou pedido ao governador Geraldo Alckmin para que seja agendada uma reunião em caráter de urgência para tratar da questão da GM.

A entidade procurou ainda o prefeito Eduardo Cury, com quem o Sindicato já esteve reunido no início de maio.

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